Foram plantadas 43 árvores, entre herbáceas, arbustivas e forrageiras, em aproximadamente 450 metros lineares na calçada do Instituto Biológico

A calçada do Instituto Biológico (órgão vinculado à SAA – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), na Vila Mariana, ganhou no último domingo (28) um corredor verde com mais 43 árvores, arbustos e plantas atrativas de polinizadores, entre herbáceas, arbustivas e forrageiras, plantadas em aproximadamente 450 metros lineares, abrangendo a Rua Amâncio de Carvalho e a Avenida Conselheiro Rodrigues Alves. A finalidade é qualificar e enriquecer a vegetação existente nas calçadas do IB, que já conta com cerca de 60 indivíduos (entre palmeiras, árvores e arbustos), previamente mapeados e analisados para identificar os espaços disponíveis para a criação de um espaço seguro e adequado para os agentes polinizadores – essenciais para a produção de alimentos.

A iniciativa, em comemoração à Semana Internacional do Meio Ambiente e aos 90 anos de criação do IB, foi desenvolvida em parceria com a SAA e implementada pelo Cades/Agenda 2030 Vila Mariana e pela Prefeitura Regional Vila Mariana, com apoio da Prefeitura Regional Lapa, Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, SOS Abelhas sem Ferrão, Ecobairro e comunidade local. Com a ajuda da população, especialmente das crianças, foram plantadas árvores nativas, como o Jequitibá. O prefeito regional da Vila Mariana, Benê Mascarenhas, contribuiu ativamente no plantio de algumas espécies.

 

O secretário do Verde e Meio Ambiente, Gilberto Natalini, o secretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim, o diretor do Instituto Biológico, Antonio Batista Filho, o prefeito regional da Lapa, Carlos Fernandes, a vereadora Aline Cardoso, e o ex-secretário do Verde e Meio Ambiente de São Paulo Eduardo Jorge também participaram do evento e da implantação do corredor verde observados pelo presidente da República de Vila Mariana, Walter Taverna.

O projeto foi inspirado em iniciativas internacionais para reverter a situação de declínio da população de polinizadores no mundo todo – como a realizada em Oslo, capital da Noruega, que implantou a “rodovia das abelhas” com espécies melíferas. A Grã-Bretanha também implantou importantes iniciativas neste sentido.

Crianças e adultos puderam visitar o Museu Planeta Inseto, do Instituto, e participaram de oficinas gratuitas sobre plantios arbóreos, hortas comunitárias, compostagem e mapeamento afetivo do bairro, entre outros temas. O objetivo foi mostrar a importância dos insetos não só como produtores de mel, mas também como agentes polinizadores de espécies vegetais, contribuindo na produção de alimentos. A população pode acompanhar, ainda, a exposição de abelhas nativas sem ferrão. O Museu mantém em sua área externa meliponários com quatro espécies de abelhas nativas sem ferrão: Jataí, Iraí, Mandaçaia e Uruçu-Amarela.

Redação CHK

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