segu1O projeto Segurança Participativa acredita que, além de um sistema inteligente de comunicação entre os porteiros, vigilantes e a Base Comunitária da Chácara Klabin, é preciso uma campanha com dicas aos moradores para reduzir as oportunidades de sermos vítimas de algum crime. Infelizmente, os crimes acontecem, mas devem ser investigados e estudados para que não se tornem frequentes.

Enquanto a quantidade de carros roubados no bairro diminuiu significativamente, um crime se tornou frequente em nossa região: o roubo a passageiros de táxi. Os assaltos acontecem principalmente em táxis com identificação especial, como, por exemplo, os veículos do Aeroporto de Guarulhos.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, existem dois tipos de quadrilhas especializadas neste
crime. Um deles é a quadrilha que escolhe a vítima ainda no aeroporto. Um membro do bando fica responsável por identificar a vítima – normalmente a origem do voo é Estados Unidos (Miami), Ásia, Europa ou outros países conhecidos pelo preço baixo dos produtos eletrônicos. Após escolher a vítima, a quadrilha segue-a até o destino final, surpreendendo o passageiro do táxi ao desembarcar em sua residência. segu2

Outra estratégia para esse tipo de crime são os ladrões que ficam aguardando em determinadas vias de acesso. No ano passado, a Polícia Militar desmantelou uma quadrilha que aguardava os táxis do Aeroporto de Guarulhos em um cruzamento da Av. 23 de Maio.

Como evitar esse tipo de crime? Marcos Verardino, Tenente da ROTA e um dos idealizadores do Projeto Segurança Participativa, aponta algumas dicas que devem ser consideradas caso o morador esteja voltando de uma viagem para o exterior.

Ao invés do morador optar por um táxi do aeroporto, é recomendável que ele combine com algum taxista de confiança em um lugar do estacionamento no aeroporto. Quando o morador estiver chegando ao destino, deve ligar para a portaria do condomínio para que o porteiro abra o portão da garagem ou ao menos o portão da “clausura”. Para isso, o morador deve se identificar e também a placa do táxi (não há registro de ocorrência em que a quadrilha tenha assaltado o prédio porque o taxista entrou na garagem ou permaneceu após o portão da clausura). É essencial que o porteiro acompanhe a ação pelas câmeras.

Verardino alerta que, em muitos condomínios, os regimentos inter­nos impedem que o táxi entre na garagem. Por isso recomenda que o morador leve o tema para ser discutido em assembleia. O colaborador do Segurança Participativa sugere também que o condômino incentive o prédio a investir em câmeras e sistemas inteligentes de vigilância.

Segurança participativa

O projeto Segurança Participativa Chácara Klabin está crescendo. No último bimestre mais 4 prédios já aderiram ao projeto. O próximo passo é chegar até as casas e estabeleci­mentos comerciais. A comunicação através de rádio entre os prédios da Chácara Klabin é apenas uma parte do Segurança Participativa. Além do sistema in­teligente, são feitas palestras pelo Tenente Verardino aos moradores e funcionários.

segu3

Redação CHK

Redação CHK

Somos apaixonados por comunicação e pela Chácara Klabin. Acreditamos que moradores unidos têm o poder de transformar o bairro e a cidade onde vivem.
Redação CHK