Tem havido uma proliferação de prestação de serviços como síndico profissional. Isto é fruto de demanda crescente de trabalhos nesta área, porque os síndicos moradores, normalmente não dispõe de tempo e até mesmo qualificações para gerir um edifício e se somarmos a isto, a geração de conflitos no ambiente residencial, resultará uma combinação explosiva e com maus resultados.

Sinceramente creio que este é um caminho sem volta e que terá que ser a cada tempo aprimorado. Porém, também não há tanta gente qualificada para uma empreitada deste tipo, que em princípio parece simples, mas tem sua complexidade, sua dedicação em tempo e experiência e porque não dizer, responsabilidade sob as mais diversas óticas, legais, administrativas, etc.

No passar do tempo teremos que desenvolver muito treinamento de novos síndicos profissionais e, isto deverá ocorrer por organizações institucionais, privadas, etc. O tema do condomínio e sua assembleia, que é soberana, na escolha de um “delegado” como síndico profissional é uma tarefa bastante delicada e envolve alguns característicos como: experiência , idoneidade, avaliação de trabalhos realizados e empatia.

Adicionalmente a isto, a escolha de manter ou substituir o(a) administrador(a) faz parte deste contexto. Independente de tudo isto, os edifícios que ainda não tem sindico profissional, devem se preparar para tê-lo, pois como disse acima, é caminho sem volta.

Jorge Zakzuk

Jorge Zakzuk

Engenheiro Industrial Mecânico, pós graduado em Engenharia Ambiental e Administração de Empresas, Extensão em Economia, ADESG RJ.
Jorge Zakzuk