A quarta edição do CIRCOS – Festival Internacional Sesc de Circo contará com 31 ações artísticas, de 13 diferentes países, em 13 unidades; ingressos começam a ser vendidos a partir de 24 de maio

De 9 a 18 de junho de 2017, o Sesc SP realiza a quarta edição do CIRCOS – Festival Internacional Sesc de Circo, trazendo um abrangente panorama atual da produção circense, com uma programação espalhada por 13 unidades do Sesc na capital paulista que inclui 31 ações artísticas e 15 atividades formativas.

O espetáculo vietnamita “A O Lang Pho – O Vilarejo e A Cidade”, inédito na Américas, abre o festival, no dia 9 de junho de 2017, no Sesc Vila Mariana. Com manipulação de bambus, acrobacias, dança contemporânea e música, a companhia conduz o espectador por um fascinante mergulho nas dicotomias desse país asiático, representado, em exuberantes metáforas visuais, as transições ocorridas nas últimas décadas, contrapondo a rica tradição do interior à acelerada urbanização nas cidades.

Se nas edições anteriores o festival abordou as transformações pelas quais o circo e a cidade vêm passando, sua dramaturgia e questões sobre virtuose e (des)virtuose, desta vez, o olhar é lançado para o que é centro e o que é borda. Importam as relações, os encontros, o trânsito e o que trans-borda. Para o circo não há fronteira entre centro ou periferia: o picadeiro é um espaço de intercâmbio onde artistas de diferentes países mesclam suas identidades. O resultado dessa linha de pensamento se evidencia no atual CIRCOS, composto por espetáculos multiculturais que exploram questões contemporâneas como a fragilidade humana, a velocidade das mudanças nas grandes cidades ou a convivência entre distintas culturas.

Para o diretor regional do Sesc, Danilo Santos de Miranda, “o festival CIRCOS vem a ser um momento muito especial para o Sesc, no qual grupos nacionais e estrangeiros ocupam praças, palcos e outros espaços de apresentação para um congraçamento junto aos seus mais diversos públicos. Trata-se de oportunidade relevante para reafirmar uma vocação de criatividade e beleza, de transformação das dinâmicas cênicas que, em diálogo contínuo, fazem a produção contemporânea do Circo mundial se confrontar, se revelar e se atualizar com a tradição da linguagem”.

São 13 atrações internacionais, todas inéditas em São Paulo, e 18 nacionais, das quais oito são estreias. Esta edição cresce em número de sessões: ante as 105 de 2015, temos 130 em 2017, de 13 diferentes países: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, França, Itália, Suécia e Suíça, além da Alemanha, Finlândia, Holanda e Vietnã, que participam pela primeira vez do evento.

Mais de 200 artistas, com suas diferentes experiências e formações, que participam de espetáculos que vão do lúdico ao extraordinário – para crianças e adultos -, estarão nessa nova edição do CIRCOS, que teve, nos anos 2013, 2014 e 2015 um público total de 110 mil pessoas.

Os espetáculos internacionais

Todos os espetáculos internacionais do CIRCOS 2017 são inéditos, e pela primeira vez o festival faz três estreias mundiais: Mito – Jogos de Recusa (Brasil/Canadá), Tempo e(m) Movimento (Brasil/Alemanha) e Fritos Refritos (Argentina). Na edição deste ano, destacam-se as montagens de origens territoriais híbridas, ou seja, no elenco há artistas de diferentes nacionalidades. Outra característica forte é a volta ao Brasil de profissionais que estavam atuando em outros países, que trazem consigo experiências das grandes escolas circenses amalgamadas às suas memórias, identidades e referências.

Em Mito – Jogos de Recusa, o brasileiro Marcos Nery e a canadense Ivanie Aubin-Malo, ameríndia da aldeia Malecite de Viger, no Québec, mesclam acrobacia, jogos cênicos e dança para abordar temas sensíveis ao universo ameríndio como o mito da criação, o xamã e o mundo dos espíritos, o caçador e a caça, além de questões ligadas à colonização e à descolonização.

A partir de uma pesquisa realizada com artistas de palco e picadeiro que vivem no Retiro dos Artistas (RJ), a trapezista e dançarina aérea brasileira radicada há 20 anos na Alemanha, Rosiris Garrido, construiu Tempo e(m) Movimento. A artista reflete sobre jovialidade e maturidade utilizando metáforas em cadeira de balanço, ampulheta e pêndulos de segurança.

O argentino Chacovachi (referência como bufão na América Latina) junta-se a sua conterrânea Maku Fanchulini para levar seu humor ácido e rebelde às ruas, festivais e picadeiros do mundo todo, e faz isso com maestria desde a década de 1980. Fritos Refritos reflete de maneira bem-humorada sobre o papel desse personagem farsesco e os absurdos da vida cotidiana.

Quatro espetáculos aportam pela primeira vez nas Américas: Violeta (Espanha), com eletrizantes números de mastro chinês, trapézio e roda alemã, Tetris (Holanda), em alusão ao famoso jogo eletrônico da década de 1980, All Genius All Idiot – Genial e Idiota (Suécia) que questiona o que nos torna um gênio e o que nos torna um idiota e A O Lang Pho – O Vilarejo e A Cidade (Vietnã), que faz a abertura do festival no Sesc Vila Mariana.

Além disso, destacam-se os espetáculos Concerto pour Deux Clowns – Concerto para Dois Clowns (Argentina /França), que discute a figura do palhaço na atualidade; Santa Madera (Argentina/França/ Suíça), sobre as tradições indígenas da América do Sul e questiona religião, multiculturalismo e identidade, e  Knee Deep – Pisando em Ovos (Austrália), que explora a força e a fragilidade humanas a partir de cenas ousadas e repletas de precisão técnica, como pisar em dúzias de ovos sem que eles se quebrem.

Evidenciando o eixo curatorial do festival, duas companhias híbridas – formadas por brasileiros em atuação no exterior – comparecem ao evento: Apesar (Brasil/França) e Dois (Brasil/Finlândia).

Os espetáculos nacionais

Oito produções nacionais estreiam no CIRCOS, em 2017. De São Paulo, Piccola Memória, que reúne artistas primorosos da área circense para colocar em cena uma autobiografia ficcional de uma família do picadeiro no início dos anos 1900. SobrevoltaS resulta da parceria da companhia Circo Enxame com o Circo Mínimo, com os intérpretes refletindo sobre o fazer circense e a arte do picadeiro. Telhado de Ninguém traz o cinema mudo como mote para o primeiro espetáculo infantil da Companhia do Polvo. Já Balbúrdia, inspirado no livro O Circo do Dr. Lao (1935), de Charles G. Finney, usa as criaturas fantásticas para lançar um novo olhar sobre o circo.

Mais duas estreias nacionais, mas de outros estados, integram a programação. Figuras Mágicas faz uma mescla de artistas oriundos de Maceió, Recife e São Paulo para colocar em cena a mágica e a cultura popular brasileira – mesclada às referências europeias. O Sapateiro, de Criciúma (SC), transforma tudo: mala em um minipicadeiro e pares de sapato em trapezistas e equilibristas, instigando a imaginação dos espectadores.

Duas montagens, uma do Rio de Janeiro e outra de São Paulo fazem sessões inéditas no CIRCOS. Rastros (RJ) foi concebido a partir da reunião de fotografias, poemas e textos coletados pelos integrantes do grupo em suas lembranças pessoais. Para colocar essa memória coletiva em cena, os artistas utilizam contorcionismo, acrobacia, trapézio e dança para apresentar uma narrativa surrealista. Noite da Rose nasceu do movimento de ocupação do espaço público na praça Roosevelt, em São Paulo, onde sobreviveu apenas do dinheiro arrecadado na “passagem do chapéu”. Com diferentes gerações e nacionalidades, o cabaré de variedades tem o formato comum de dramaturgia dos circos itinerantes: picadeiro, um mestre de cerimônias, acrobatas, trapezistas, malabaristas e truques de magia.

Capitais de outros estados como Salvador e Porto Alegre comparecem ao festival de 2017: Histórias Contadas de Cima (Bahia) põe cinco mulheres acrobatas, em performances aéreas na corda marinha, escada giratória e trapézio, instaladas a sete metros do solo, para fazer uma reflexão sobre as inquietudes da sociedade contemporânea e HumAnimaL (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro), espetáculo do festival voltado à primeira infância. Com palhaçaria, dança e teatro, tem a música como fio condutor. Usando roupas que se assemelham a casulos e outros elementos do mundo animal, as intérpretes se transformam em joaninhas, tartarugas, cavalos e avestruzes que interagem e reagem ao ambiente.

Carta Branca e Íntimo, ambas produções paulistanas, trazem situações cotidianas representadas no universo circense. Segunda criação da Companhia do Relativo, a primeira usa e manipula bancos, bolas e tábuas de madeira. Já Íntimo, primeiro espetáculo adulto da companhia LaMala, explora a intimidade de um casal de acrobatas, acompanhado por uma delicada trilha sonora interpretada ao vivo por um pianista.

Um freak show de humor ácido. Assim é Animo Festas (São José dos Campos – SP), idealizado por Marcio Douglas, criador da La Cascata Cia. Cômica, que encarna o anti-herói da palhaçaria. Seu personagem, Klaus, sobrevive de performances em festas infantis e narra suas memórias no “submundo” desses eventos, ao som de rock, música francesa e trilhas infantis dos anos 1980.

Intervenções

Quatro intervenções integram a programação do CIRCOS de 2017. A dupla mineira de acrobatas Pedro Guerra e Liz Braga, do Coletivo na Esquina, que transita entre Brasil e Europa, mostra a inédita Abasedotetodesaba, palíndromo que dá título à performance que simboliza essa vida pendular.

Em A Sanfonástica Mulher Lona, uma intervenção intimista em que a soteropolitana Lívia Mattos, musicista, circense e socióloga, apresenta um miniconcerto. A artista percorreu o Brasil e o Cabo Verde pesquisando arquétipos presentes na memória afetiva do circo e coloca em cena, munida de sua inseparável sanfona, pequenos contos que misturam ficção e realidade.

A dupla paulistana César Rossi e Daniele Rosendo fazem Devaneio, que põe em cena uma roda Cyr e um equipamento misto de sofá e cama elástica para realizar uma performance de improvisação que junta música e acrobacia. Percha no Asfalto, da Companhia do Asfalto (SP), apresenta uma técnica especial: a percha. Devido a seu alto grau de dificuldade, hoje a técnica é pouco praticada no mundo.

Ações formativas

Com 15 ações formativas, o CIRCOS 2017 propõe um intercâmbio cultural, bem como a projeção e a expansão dos saberes do universo circense – sob o olhar de diversos profissionais, por meio de mesas, encontros, cursos e laboratórios.

Entre os destaques estão o Laboratório de Crítica de Circo, que tem como objetivo contribuir para preencher uma lacuna na mídia brasileira. O jornalista e crítico de espetáculos Valmir Santos (Folha de S.Paulo) discutirá linguagens, estéticas e técnicas circenses nesta atividade voltada à produção de conteúdos críticos sobre espetáculos de circo.

O bufão argentino Chacovachi, referência latino-americana na arte da palhaçaria, aborda questões filosóficas, ideológicas, teóricas e práticas sobre o ofício de clown e as especificidades das performances de rua no curso Manual e Guia do Palhaço de Rua. O artista abrirá espaço para que os palhaços brasileiros coloquem suas técnicas à prova e sejam avaliados por seus pares ao longo do curso.

Voltada à colaboração, atualização e ampliação dos artistas, a mesa Difusão e Circulação: Experiências do Circo, com Jan Leca (SP), Jean Marc (FRA) e Kiki Muukkonen (SUE), proporciona um debate sobre os caminhos possíveis para o desenvolvimento econômico e criativo do circo atualmente, com artistas e representantes de iniciativas privadas de fomento à linguagem circense – com foco na promoção de pesquisas, criação, difusão e circulação.

Temáticas como fotografia, trilha sonora, dramaturgia e outras, todas voltadas para o universo do circo, serão realizadas durante o festival, com inscrições a partir de 20 de maio.

Programação no Sesc Vila Mariana:

A O Lang Pho – O Vilarejo e A Cidade (Vietnã) | Nouveau Cirque du Vietnam
INÉDITO NA AMÉRICA
Recomendação etária: livre | Duração: 60 min. | R$ 40 | R$ 20 | R$ 12

Acrobacia, dança contemporânea e música ao vivo conduzem o espectador por um fascinante mergulho nas dicotomias desse país asiático, resumidas aqui no título “A O”, que deriva das palavras “Lang Pho”, respectivamente vila e cidade. Cestos de vime, objetos de madeira e, principalmente, bambus, são manipulados em movimentos precisos pelos artistas da companhia vietnamita. O espetáculo representa, em exuberantes metáforas visuais, as transições ocorridas nas últimas décadas, contrapondo a rica tradição do interior à acelerada urbanização nas cidades.

Ficha técnica | Concepção e criação: Tuan Le, Nguyen Lan Maurice, Nguyen Nhat Ly e Nguyen Tan Loc | Elenco: Bui Quoc Huy, Dang Tram Anh, Dinh Van Tuan, Do Manh Hung, Le Ly Xa, Nguyen Khanh Linh,  Nguyen Nhat Quang, Nguyen Ton Doan Khanh, Nguyen Thi Lien,  Nguyen Van Thanh,  Pham Van Son, Quach The Nam, Tran Ban Tin, Tran Duc Na e Truong Chinh Phu | Músicos: Do Trong Thai, Luong Thang Long, Nguyen Truong Tho, Thanh Hai e Nguyen Thi Phuong Thao | Direção: Tuan Le e Nguyen Nhat Ly (musical) | Produção no Brasil: Santa Paciência Produções Culturais

09.06 – sexta, 21h00 | Sesc Vila Mariana | Teatro
10.06 – sábado, 15h e 21h00 | Sesc Vila Mariana | Teatro
11.06 – domingo, 16h | Sesc Vila Mariana | Teatro

All Genius All Idiot – Genial e Idiota (Suécia) | Svalbard Company
INÉDITO NA AMÉRICA
Recomendação etária: 14 anos | Duração: 55 min. | R$ 30 | R$ 15 | R$ 9

O espetáculo questiona o que nos torna um gênio e o que nos torna um idiota. Extravagante e ultrajante em igual medida, a montagem se revela nos absurdos da vida, usando a arte circense para destacar o comportamento humano em sua forma mais primitiva e animal. Quatro acrobatas de diferentes países (Espanha, Inglaterra, Suécia e Alemanha) exibem suas habilidades em mastro chinês, corda aérea, equilíbrio de mãos e acrobacias, atuando ao som de uma vibrante trilha sonora executada ao vivo.

Ficha técnica | Concepção e elenco: Benjamin Smith, John Simon Wiborn, Tom Brand e Santiago Ruiz Albalate | Produção: Josefin Lindberg, Rabbit & Wolfgang Hoffman e Aurora Nova

15.06 – quinta (feriado), 18h | Sesc Vila Mariana | Teatro
16.06 – sexta, 21h | Sesc Vila Mariana | Teatro
17.06 – sábado, 21h | Sesc Vila Mariana | Teatro
18.06 – domingo, 18h | Sesc Vila Mariana | Teatro

Tetris (Holanda) | ARCH8
INÉDITO NA AMÉRICA
Recomendação etária: livre | Duração: 55 min. | R$ 20 | R$ 10 | R$ 6 (Sesc Bom Retiro) | Grátis (demais unidades)

O premiado espetáculo do grupo holandês ARCH8 inspira-se no tradicional jogo de encaixe não para interrogar como você pode se enquadrar no mundo, mas para colocar em questão como modificá-lo. Numa performance interativa que explora os corpos dos artistas, o quarteto destaca a maneira como nos conectamos uns aos outros, a partir de técnicas e linguagens distintas em circo, mímica, acrobacia, ginástica e jogos cênicos.

Ficha técnica | Elenco: Kim Jomi Fischer, Mayke van Kruchten, Paulien Truijen e Ryan Djojokarso | Coreografia: Erik Kaiel | Produção no Brasil: Cena Cultural Produções / Júlia Gomes

13.06 – terça, 09h30 | Sesc Vila Mariana | Praça Central
14.06 – quarta, 14h30 | Sesc Vila Mariana | Praça Central

A Sanfonástica Mulher Lona | Lívia Mattos (Salvador – BA)
Recomendação etária: livre. Duração: 30 min. Grátis

O que vem à sua cabeça quando falamos de circo? Com essa provocação, a musicista, circense e socióloga Lívia Mattos percorreu o Brasil e o Cabo Verde pesquisando arquétipos presentes na memória afetiva do circo. O resultado são pequenos contos que misturam ficção e realidade, apresentados nessa intervenção intimista em que Lívia, a Sanfonástica Mulher Lona, encarna o próprio circo, vestida com sua lona itinerante. Munida de sua inseparável sanfona, ela apresenta um miniconcerto, misturando música ao vivo e jogos cênicos. Com o “menor espetáculo da Terra”, como ela mesma gosta de definir, promove um resgate da memória do circo.

Ficha técnica | Concepção e elenco: Lívia Mattos | Cenário-figurino: Dora Moreira, Flávio Oliveira e Marcos Nunez

16.06 – sexta, 19h | Sesc Vila Mariana |Praça Central

Devaneio | Cia Tempo Cyr Wheel (São Paulo – SP)
Recomendação etária: livre. Duração: 20 min. Grátis

Um equipamento que é um misto de sofá e cama elástica e uma roda Cyr estão no centro dessa intervenção dirigida por Ronaldo Aguiar. O acrobata e trapezista César Rossi (que iniciou sua carreira no Acrobático Fratelli e teve várias temporadas na Europa) contracena com uma violinista em uma performance de improvisação que junta música e acrobacia. O som do violino dá o tom da apresentação e norteia os movimentos do artista, que se divide entre a roda e o sofá.

Ficha técnica | Direção: Ronaldo Aguiar | Concepção: Cesar Rossi | Elenco: Cesar Rossi (roda cyr) e Daniele Rosendo (violinista) | Produção: Trixmix Produções

09.06 – sexta, 20h | Sesc Vila Mariana |Praça Central

ATIVIDADES FORMATIVAS
Inscrições pelo e-mail festivalcircos2017@sescsp.org.br. O e-mail deverá conter nome, RG, telefone, idade e o nome da atividade no título, bem como carta de intenção e breve currículo. Os selecionados serão informados por e-mail. A inscrição será efetivada somente após e-mail de confirmação do Sesc.

Laboratório de Trilha Sonora para Circo | Henrique Mendonça (SP) e Narayan Pinduca (SP)
Dias 09, 10 e 11 de junho, das 10h às 14h | (Inscrições de 20/05 a 04/06)
20 vagas | R$ 30 | R$ 15 | R$ 9 | Sesc Vila Mariana (Centro de Música)
Recomendação etária: 16 anos

Conduzido por integrantes da banda circense Cabaré Três Vinténs, essa atividade apresenta um panorama teórico e prático da música e sua relação com o circo. Em três encontros, Henrique Mendonça e Narayan Pinduca vão propor a experimentação de novos objetos e instrumentos e discutir de que forma a trilha sonora pode contribuir com a dramaturgia do espetáculo. Ao final, um exercício prático permite que os participantes criem, em pequenos grupos, a trilha para um número de malabarismo.

GIRO CRÍTICO
Ao longo de todo o festival, o público poderá acompanhar críticas sobre cada espetáculo à medida em que eles acontecem. Quatro críticos de destaque da mídia especializada brasileira (Maria Eugênia de Menezes, Beth Néspoli, Kil Abreu e Welington Andrade, este último coordenador da atividade) vão assistir a todas as montagens e disponibilizar no site do evento (sescsp.org.br/circos) seus olhares e novas perspectivas sobre as apresentações.

CIRCOS NA REDE
#Circos2017
Nem contorcionistas ou equilibristas conseguirão acompanhar de perto todos os espetáculos e ações formativas desta edição do CIRCOS. Mas não é preciso ser mágico para seguir todas essas atividades. O site desta edição do festival será transformado em um picadeiro digital com conteúdos ilustrados por fotos, áudios, vídeos e textos transbordando até você os bastidores, as cenas e as emoções do universo circense.
sescsp.org.br/circos

Redação CHK

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Somos apaixonados por comunicação e pela Chácara Klabin. Acreditamos que moradores unidos têm o poder de transformar o bairro e a cidade onde vivem.
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