A ideia é reproduzir o conceito de prédios como o Rockfeller Center e o Empire State Building, ambos em Nova York, EUA

Uma grande novidade em São Paulo: A cobertura do primeiro arranha-céu da capital, o Edifício Martinelli, será transformada em museu, com restaurantes e bares. O 25º e o 26º andar abrigarão um espaço para receber estudantes e uma área de leitura, entre outras coisas. A ideia é reproduzir o conceito de prédios como o Rockfeller Center e o Empire State Building, ambos em Nova York, nos Estados Unidos. A previsão é de que o projeto deve ser concluído até o fim deste ano e as obras iniciadas em 2018.

O primeiro arranha céu da América Latina, o Edifício Martinelli está localizado no centro de São Paulo entre as ruas São Bento, Av. São João e a Rua Libero Badaró. O Edifício foi projetado pelo seu idealizador, o italiano Giuseppe Martinelli, em 1924 e simbolizou progresso da cidade. Mais de 600 operários trabalharam nas obras. A construção foi iniciada em 1924 e a inauguração aconteceu em 1929, com 20 andares. Com o passar dos anos, novos pisos complementaram a construção. O objetivo de Martinelli, contudo, era chegar aos 30 andares. A obra gerou muita polêmica, pois até então não havia nenhum prédio em São Paulo com grande altura. Na época, edifícios com mais de 10 andares eram considerados muito altos. Atualmente, o prédio é um dos principais símbolos arquitetônicos do Brasil, já foi ponto de encontro da alta sociedade paulistana. Por lá já passaram o Cine Rosário, barbearias, lojas, uma igreja e o luxuoso Hotel São Bento.

Hoje, quando andamos pelas ruas do centro de São Paulo e perguntamos sobre o prédio Martinelli, temos como resposta o seguinte: “É aquele prédio rosa”. Próximo do gigantesco prédio do Banespa e do imponente Banco do Brasil, o Martinelli ainda é o mais querido prédio dos paulistanos.

Redação CHK

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